Para muitas pessoas, por trás do “amar” esconde um medo irracional de ficarem sozinhas. Acabam escolhendo os parceiros na tentativa de suprirem suas necessidades mais infantis: querem se sentir protegidos, acolhidos, terem toda a atenção voltada pra si mesmo, sem levar em consideração as individualidades de cada um. Sentem prazer ou se frustram com mesma rapidez de um bebê que chora quando quer algo de sua mãe ou quando se acalma durante o aleitamento. Tal carência afetiva acaba sobrepondo à razão.
O medo do abandono faz com que suas escolhas sejam justamente o contrário de tudo aquilo que é idealizado na relação. Buscam parceiros não saudáveis, não afetuosos, distantes e muitas vezes abusivos. Como um círculo vicioso, potencializado pela baixa autoestima, insegurança e até falta de apoio familiar, essas pessoas acabam encontrando muita dificuldade de romper uma relação que não a agradam mais.
Ansiar por um amor que preencha os vazios emocionais como único fim é um labirinto de caminhos tortuosos e muito dolorosos!
Trabalhar a autoestima, autoconfiança, se aceitar como pessoa de poderes e possibilidades, aprender a colocar limites entre o eu e o outro, é libertador! Se respeitar promove a paz e o bem estar!

Deixo aqui o meu convite!
Trabalhe e fortaleça suas emoções!